É o que deveria dizer um policial ao atender uma ocorrência. Não foi isso que disseram os policiais militares que atenderam uma ocorrência dias atraz no bairro caçarí.
Uma senhora de quase setenta anos imaginou que tivesse deixado a casa fechada. Sua nora e netos foram visitá-la e encontraram a porta da frente aberta. A nora afobada ligou pra sogra que solicitou atraves do serviço 190 a presença de uma patrulha da PM. Antes mesmo da chegada da patrulha decubriram que a vovó tinha esquecido a chave na porta. Percebendo o incidente cogitou-se avisar novamento ao serviço 190 para que abortassem o atendimento. Decidimos não abortar e que seria boa a presença da patrulha. Ao chegar e após os cumprimentos, ao relatar o esquecimento da vovó e que estava tudo bem, o policial, aparentemente chefe da patrulha, disse que deveria ter comunicado que era um engano, pois eles atravessaram a cidade, vindo do bairro Pintolândia, em alta velocidade ao ponto de causar um acidente. Aí eu perguntei se não havia uma viatura mais próxima para realizar o atendimento? Ele respondeu, de forma mal humorada, que para região que compreende o bairro caçarí haviam duas viaturas e que as duas estavam com defeitos mecânicos. Quando falei que aquilo era um absurdo, ele mandou reclamar com o governador.
Pois muito bem, Senhor Governador. A melhor maneira de se prestar um serviço eficaz de segurança pública é atravéz de uma relação de cumplicidade entre população e agentes de segurança. Mais somente isso não basta. É preciso que os agentes sejam treinados, motivados e que disponham de equipamentos de trabalho. É necessário que no planejamento de cada instituição estejam contempladas as necessidade suficientes para atender suas finalidades. Caso não seja contemplada as necessidades da população pelo executivo, resta aos nossos parlamentares modificarem o orçamento de formas que as necessidades da população sejam atendidas. Enquanto isso não ocorrer, estaremos todos sujeitos ao mal humor de um policial ou servidor público que não tem condições adequadas para desempenhar suas funções. “OBRIGADO POR NOS CHAMAR, NÓS SOMOS POLICIAIS DA PM RORAIMA”. É diferente.
Uma senhora de quase setenta anos imaginou que tivesse deixado a casa fechada. Sua nora e netos foram visitá-la e encontraram a porta da frente aberta. A nora afobada ligou pra sogra que solicitou atraves do serviço 190 a presença de uma patrulha da PM. Antes mesmo da chegada da patrulha decubriram que a vovó tinha esquecido a chave na porta. Percebendo o incidente cogitou-se avisar novamento ao serviço 190 para que abortassem o atendimento. Decidimos não abortar e que seria boa a presença da patrulha. Ao chegar e após os cumprimentos, ao relatar o esquecimento da vovó e que estava tudo bem, o policial, aparentemente chefe da patrulha, disse que deveria ter comunicado que era um engano, pois eles atravessaram a cidade, vindo do bairro Pintolândia, em alta velocidade ao ponto de causar um acidente. Aí eu perguntei se não havia uma viatura mais próxima para realizar o atendimento? Ele respondeu, de forma mal humorada, que para região que compreende o bairro caçarí haviam duas viaturas e que as duas estavam com defeitos mecânicos. Quando falei que aquilo era um absurdo, ele mandou reclamar com o governador.
Pois muito bem, Senhor Governador. A melhor maneira de se prestar um serviço eficaz de segurança pública é atravéz de uma relação de cumplicidade entre população e agentes de segurança. Mais somente isso não basta. É preciso que os agentes sejam treinados, motivados e que disponham de equipamentos de trabalho. É necessário que no planejamento de cada instituição estejam contempladas as necessidade suficientes para atender suas finalidades. Caso não seja contemplada as necessidades da população pelo executivo, resta aos nossos parlamentares modificarem o orçamento de formas que as necessidades da população sejam atendidas. Enquanto isso não ocorrer, estaremos todos sujeitos ao mal humor de um policial ou servidor público que não tem condições adequadas para desempenhar suas funções. “OBRIGADO POR NOS CHAMAR, NÓS SOMOS POLICIAIS DA PM RORAIMA”. É diferente.
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