terça-feira, 17 de maio de 2011

CORRUPÇÃO SEM FRONTEIRA

Médicos sem fronteira: Médicos Sem Fronteiras é uma organização médico-humanitária internacional, independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam. Também é missão de MSF tornar públicas as situações enfrentadas pelas populações atendidas.

São cerca de 22 mil profissionais de diferentes áreas, espalhados por 65 países, atuando diariamente em situações de desastres naturais, fome, conflitos, epidemias e combate a doenças negligenciadas.
A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos faziam com que muitos se calassem frente aos fatos testemunhados.
MSF surge, então, como uma organização médico-humanitária que associa socorro médico e testemunho em favor das populações em risco. (www.msf.org.br).


Evangelho sem fronteira e tantas outras organizações executam trabalhos semelhantes, com o único objetivo de fazer o bem sem ver a quem.
Em Roraima, o que parece é que não existem fronteiras para a corrupção e isso não se limita aos figurões da política ou dos mais altos escalões do poder público. A moda também pegou entre   pessoas que ocupam funções simples. Parece que não há controle, onde tudo pode.
Já não se ocupam cargos públicos pensando em melhorar a prestação dos serviços. O servidor público, em parte, parece que perdeu a noção do que é ser "servidor público". Entra gestor, sai gestor e nada muda. Perdeu-se a vergonha. Nas redes sociais, nas conversas de botecos, nas escolas, nas repartições, na igreja ou seja lá onde for, político virou sinonimo de "ladrão", e o que é pior, com a conivência da maioria, dos que votam, e da minoria, principalmente, que se locumpleta do sistema e leva RR cada dia mais para o fundo do poço e com ele o futuro de nossas crianças, jovens e adultos excluídos. Ao final, seremos muitos os excluídos se não reagirmos a tempo.
Tudo isso é vergonhoso, mais afinal, por onde anda a vergonha?

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