terça-feira, 22 de janeiro de 2013

TURISMO PODERIA SER UM OPÇÃO PARA RORAIMA

Turista observando paisagem
Todo janeiro parte da minha família viaja ao município de Uiramutã a passeio. Somo oriundos de lá, pelo menos em parte. Meu pai, Rafael Galdino - Nego do Orinduque, foi comprador de diamantes  comerciante e fazendeiro na região até o ano de 1973, época em que migramos para Boa Vista. Essa rotina também é feita por outros ex moradores da região e que tem todo um carinho pelo município.
O que atrapalha bastante as visitas com maior frequência não é a distância, cerca de 320 Km de Boa Vista, e sim o péssimo estado da estrada de acesso.
Superados os desafios de chegar até lá, tudo é muito gratificante. O clima é muito agradável, as paisagens são exuberantes, as caminhadas, subindo e descendo montanhas paga todos os esforços pela visita.
Cachoeira de Uruká

Os poucos acessos as cachoeira são pontos altos do passei. Uruká. Paiuá, Sete Quedas e corredeiras do rio Uailan são os pontos mais visitados. As cachoeiras do rio Maú no Orinduque, mais ao norte na fronteira com a Guiana são lugares ainda inacessíveis e propícios a prática de esportes radicais como canoagem, rapel entre outros esportes para pessoas doidas.
A sede do município oferece comércios de médio porte onde o cliente pode encontrar de tudo que é vendido em Boa Vista.
Podemos observar que muitos frequentadores tem levado também o mal hábito de jogar lixo nos locais frequentados. Corrobora com essa prática a falta de sinalização e lixeiras para ser jogado o lixo.
Nascer do sol em Uiramutã

Ao retornar a Boa Vista, Uiramutã ainda presenteia seus visitantes com esse lindo nascer do sol.
Apesar dos pesares, estrada ruim, caso quebrado causando prejuízo, vale a pena visitar Uiramutã e assim alimentar a esperança de que um dia teremos boas estradas a todas as regiões de Roraima, levando progresso a todas as regiões.
O turismo é sem dúvida nenhuma um dos pilares que poderá sustentar nossa economia tão carente.



O material que está sendo colocado para melhoramento da estrada não é igual ao encontrado em outras regiões. O material colocado, após espalhado, vira um pó branco e com a chegada das chuvas é levado pela água ficando somente as pedras no meio da pista e isso ocorre há anos sem uma solução definitiva.

Nenhum comentário:

Postagem em destaque

A POLÊMICA: DIREITA X HAVAIANA/FERNANDA TORRES