Quando Quartiero afirmou “hoje não há oposição em
Roraima, mas uma luta entre grupos para ter maior poder sob o espaço da mesma
coisa para utilizar o sistema que já vem sendo usado há muito tempo”, disse
também que os grupos, situação e oposição, já governaram o estado e nada mudou,
não temos até hoje uma matriz econômica sustentável.
O grupo alternativo formado por PDT DEM e PV
lança como proposta a formalização de uma idéia proativa capaz de tirar o
estado da situação em que se encontra desde sua instalação em 1991.
Queremos nos debruçar em cima de um projeto que
será construído a várias mãos e depois disse escolheremos a pessoa que
defenderá esse plano. Nós não queremos fórmulas prontas, queremos sim,
construir, tijolo a tijolo e não aceitar mais fórmulas que não deram certo.
Devemos levar em consideração que já se passaram
quase 23 de instalação do estado de Roraima e até hoje não temos uma malha
rodoviária descente, nossa energia é permanente, porém não suporta uma demanda
industrial, não temos capacidade de armazenamento, importar e exportar tem sido
um exercício para monges porque falta a estrutura de apoio entre tantos outros
problemas até hoje não solucionados. É necessário que os próximos anos sejam
dados passos em direção a produção de acordo com a vocação do estado.
É disso que estamos falando, de desenvolvimento,
estamos falando de um governo que direcione as forças de apoio ao fomento para
produção. O que tem feito as instituições de fomentos para apoiar o
desenvolvimento do estado? É disso que falamos quando citamos uma oposição que
realmente queira o bem está coletivo do povo de Roraima e não apenas a ocupação
de espaço político.
Concordamos com o deputado Sampaio quando ele
afirma que a oposição precisa se unir se não no primeiro turno, que seja no
segundo. O que nós não iremos aceitar são fórmulas encomendadas. De uma coisa
temos certeza; do jeito que a atual política tem sido conduzida, cada dia que
passa nos aproximará mais do fundo do poço e isso todo cidadão de bem tem que
combater.
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