| Assis Lasmar - Fundador e Filiado ao Partido SOLIDARIEDADE |
A novidade do momento referente a eleição 2014 será a minirreforma eleitoral aprovada recentemente no Senado Federal.
Para falar sobre o assunto ouvimos o especialista na matéria Assis Lasmar, fundador de várias siglas partidárias no estado de Roraima, entre elas PST, PTN, PSL e recentemente o SOLIDARIEDADE.
Segundo Assis Lasmar, a minirreforma eleitoral aprovada no Senado tanto comemorada por alguns parlamentares e que aguarda a sanção da senhora presidente Dilma, e segundo o relator do projeto já deverá valer para aplicabilidade nas Eleições Gerais de 2014, inclui mudanças importantes que de certa forma tornaria igual os desiguais na disputa eleitoral, apenas uma diferença favoreceria os que não dispõem de grandes recursos financeiros que será o corpo a corpo com o eleitor, facilitando de forma substancial a conversa e convencimento na apresentação de suas propostas e com certeza os atuais detentores de mandado não teriam esse contato, visto que, ao se elegerem com promessas de que serão companheiros de seus aliados e dos eleitores que a eles confiaram o seu voto, dizendo ainda que serão também zelosos no trato da coisa Pública, fato é que ao se elegerem se distanciam por completo do discurso feito no período pré-eleitoral ficando por todo o seu mandato dando justificativas para o não cumprimento de suas promessas.
Para falar sobre o assunto ouvimos o especialista na matéria Assis Lasmar, fundador de várias siglas partidárias no estado de Roraima, entre elas PST, PTN, PSL e recentemente o SOLIDARIEDADE.
Segundo Assis Lasmar, a minirreforma eleitoral aprovada no Senado tanto comemorada por alguns parlamentares e que aguarda a sanção da senhora presidente Dilma, e segundo o relator do projeto já deverá valer para aplicabilidade nas Eleições Gerais de 2014, inclui mudanças importantes que de certa forma tornaria igual os desiguais na disputa eleitoral, apenas uma diferença favoreceria os que não dispõem de grandes recursos financeiros que será o corpo a corpo com o eleitor, facilitando de forma substancial a conversa e convencimento na apresentação de suas propostas e com certeza os atuais detentores de mandado não teriam esse contato, visto que, ao se elegerem com promessas de que serão companheiros de seus aliados e dos eleitores que a eles confiaram o seu voto, dizendo ainda que serão também zelosos no trato da coisa Pública, fato é que ao se elegerem se distanciam por completo do discurso feito no período pré-eleitoral ficando por todo o seu mandato dando justificativas para o não cumprimento de suas promessas.
O que me chamou muito a atenção foi o fato de o relator não ter atentado para as limitações do uso das emissoras de Rádio e Televisão, que mesmo sendo concessão da União e que deveria ser usado de forma igualitária principalmente no período eleitoral, é sim, usado de forma uni partidária e para promoção pessoal dos beneficiários da concessão, fato esse, que de alguma forma estaria apenas beneficiando um grupo especifico no que diz respeito a divulgação de suas atividades profissionais e politicas partidárias.
Não seria o caso de se estender nessa minirreforma eleitoral também aos detentores da concessão de Rádio e Televisão, já que se quer tornar a disputa eleitoral uma disputa onde os desiguais tenham as mesmas condições de disputar as eleições de 2014.
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