segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

GARAPA DE CANA-DE-AÇÚCAR

No Uiramutã, onde hoje está instalada a comunidade indígena do Vilemont, funcionou um dia, um engenho de cana que fora construído por AMORIM CABEÇA BRANCA.
Seu AMORIM construiu tudo utilizando recursos lá mesmo da região. Fabricava-se de tudo um pouco. A principal matéria prima era a cana -de-açúcar produzida na própria fazenda. Fabricava-se rapadura, mel de cana, açúcar mascado, puxa-puxa e cachaça de alambique.
Havia também uma máquina para prensar tabaco e um forno para torrar café também produzido na fazenda.
Esse engenho foi comprado por meu pai RAFAEL GALDINO no final dos anos 60 e depois vendido a MANOEL VIEIRA, fazendeiro da região.
Lembro-me bem do nome da junta de bois que faziam girar as moendas. TUPI, um boi manso, forte e paciente com a molecada que subia de um lado, descia do outro e ele apenas se espreguiçava. Já seu companheiro de canga chamava-se TUPÃ. Era igualmente forte porém estressado e não fazia acordo com ninguém.
Essa junta de bois acima, fotografei em Brasília em um hotel fazenda e lembrei dos bons tempo do engenho as margens do rio Ailã no município de Uiramutã.
Hoje, meu blog registrou 10.000 acessos. Obrigado a todos.

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