Nasci em Boa Vista – RR, e fui criado até
meus 8 anos de idade entre o Orinduque e o Uiramutã – RR, região mais bonita do
estado de Roraima. Sou filho de Rafael Galdino da Silva e Irenilde Leite da
Silva, ele, de Pau dos Ferros – RN, ela, de Barra do Corda - MA.
Somos uma família de 9 irmãos, Robson,
Rudson, Ronald, Henrique, Rubem, Wilson, Lylian, e as gêmeas, Rafaelly e Renata
Leite.
Aos 8 anos de idade, migrei
para Boa Vista em uma viagem de 5 dias, em um Jeep-100, pertencente ao senhor
Tajujá e dirigido pelo senhor Almeida.
No Uiramutã, estudei na escola
Joaquim Nabuco, com as professoras Helena Jones e Eva Jones.
Em Boa Vista, a primeira escola que
estudei foi a Boas Novas, depois no Oswaldo Cruz – extinta Escola Estadual o
Roraimense, Gonçalves Dias, e por fim, graduei-me em Administração na Faculdade
de Ensino Superior – FARES.
Comecei a trabalhar aos 12
anos, tempo em que crianças começavam a trabalhar para ajudar a família. Naquela
época, plantei grama na praça do garimpeiro, depois trabalhei na farmácia ‘Drogafarma’,
a qual pertencia ao senhor José Francisco e Barradas.
Aos 16 anos, comecei a
trabalhar na Secretaria de Agricultura, do extinto Território Federal de
Roraima. Naquele tempo, só existiam as colônias agrícolas coronel Mota – Taiano,
administrada pelo senhor Antonio Telegrafista, colônia Brás de Aguiar – Cantá,
administrada pelo senhor Ozana e a colônia Fernando Costa – Mucajaí. Vi nascer
as colônias Confiança, sob o comando de Luiz Aimberê Soares de Freitas e José
Henrique Ferreira Leite, que coordenou a instalação dessas colônias, hoje, instalados os municípios
de Roraima.
Trabalhei na Coordenação de
Recursos Naturais, comandada por Melquizedeque Magalhães Firmino. Vi nascer a
estação de piscicultura no bairro Santa Teresa. Aliás, a piscicultura é, sem
dúvida alguma, um dos poucos projetos sustentável em Roraima e essa atividade
deve muito ao seu idealizador, professor Luiz Aimberê Soares de Freitas e
equipe, no desenvolvimento desses projetos.
Eu, Getúlio Wilson Gomes de Melo, Dra Irani
Schonhofen Garcia, Roberto Wilson e o Engenheiro Cordeiro fomos receber, no
aeroporto internacional de Roraima, as primeiras matrizes e, depois, com todo
cuidado, as depositamos no tanques da estação de piscicultura do Santa Teresa.
Aos 19 anos, passei no concurso
e trabalhei por 14 felizes anos na extinta Telecomunicações de Roraima –
Telaima. Fui IRLA, consultor em telecomunicações e gerente de planta externa.
Em 1990, comecei a militar na
política, como candidato e, principalmente, como dirigente partidário.
Em abril de 2002, quem
governava o estado era o engenheiro Flamarion Portela, após a renúncia de Neudo
Campos, que deixou o governo para concorrer ao senado.
No dia 09 de abril, durante uma entrevista,
no programa de rádio ‘Forró Forrado’, com o apresentador Renan Beckel, o então
governador Flamarion, pediu ao público, sugestões de projetos que pudessem ser
implantados em seu governo. Apresentei a ele, por escrito, o que se tornou o
VALE ALIMENTAÇÃO. Atualmente, esse é o maior programa de distribuição de renda
já implantado em Roraima, passando de governo em governo, apenas mudando de
nome.
Depois me tornei suplente do
senador Telmário Mota (PROS), na eleição de 2014, e em junho de 2018, tive a
honra de me tornar senador da república por quatro meses.
Nesse período, apresentei 07
(sete) projetos de lei que encontram-se tramitando nas comissões do senado. São eles:
Projeto de Lei do Senado n°
298, de 2018
Ementa: Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de
1940 (Código Penal), para fixar em 75 anos a idade para a obtenção da
atenuante genérica prevista na parte final do inciso I do art. 65 do Código
Penal brasileiro.
Projeto de Lei do Senado n°
299, de 2018
Ementa: Veda a concessão de prisão domiciliar a indiciados,
acusados ou condenados pelos crimes de peculato, corrupção passiva ou
ativa, lavagem de dinheiro, contra o sistema financeiro nacional ou contra
a ordem tributária, a economia e as relações de consumo.
Projeto de Lei do Senado n° 304, de 2018 (Complementar)
Ementa: Altera a Lei das Inelegibilidades para estender a
sanção de 8 para 16 anos no caso de condenação pelos crimes que
especifica.
Projeto de Lei do Senado n° 312, de 2018
Ementa: Altera a Lei de Infrações Ambientais para impedir
que poluidores sejam contratados pelo poder público e obtenham ou renovem
licenças ambientais enquanto não indenizadas as vítimas dos danos
ambientais a eles imputados.
Projeto de Lei do Senado n° 320, de 2018
Ementa: Aumenta em vinte por cento os valores arrecadados em
concursos de prognósticos a serem repassados para as área de cultura e
esporte.
Projeto de Lei do Senado n° 325, de 2018
Ementa: Altera a Lei nº 12.855/2013, para fixar novo valor e
estender aos servidores do IBAMA e do ICMBio, da carreira de Especialista
em Meio Ambiente, a indenização por exercício em unidades estratégicas
para a fiscalização em região de fronteira.
Projeto de Lei do Senado n°
357, de 2018
Ementa: Altera a política agrícola (Lei 8171/1991) para
proibir a exportação de animais vivos destinados ao abate.
Propus, também, por meio de projeto de lei
apresentado ao Senado, no dia 24/05/2017, inclusão de texto à Lei da
Imigração para regulamentar a interiorização.
O PLS acrescenta o §3º ao art. 5º da Lei nº 13.445/2017, de 24 de maio de 2017, para determinar a obrigação de solidariedade federativa na interiorização de migrantes em caso de crise humanitária.
O PLS acrescenta o §3º ao art. 5º da Lei nº 13.445/2017, de 24 de maio de 2017, para determinar a obrigação de solidariedade federativa na interiorização de migrantes em caso de crise humanitária.
Segundo o texto, os governos federal,
estaduais, distrital e municipais deverão, obrigatoriamente, e com urgência,
amparar migrantes que excedam o percentual de 3% da população do estado que
receber os imigrantes. Ou seja, se antes da imigração o estado tinha 100 mil
habitantes, só permanecerão no local até 3 mil imigrantes. O excedente deverá
ser distribuído entre demais estados.
Regulamentar essa interiorização vai agilizar o processo e diminuir as consequências aos estados, que como Roraima, sofrem com a imigração desordenada. “O Brasil como uma república federativa não pode deixar nas mãos de apenas um estado a responsabilidade por esses imigrantes. Ela precisa ser compartilhada solidariamente”.
Devemos lembrar que o Brasil faz fronteira com outros dez países, podendo a crise de imigração ocorrer em qual uma delas.
Regulamentar essa interiorização vai agilizar o processo e diminuir as consequências aos estados, que como Roraima, sofrem com a imigração desordenada. “O Brasil como uma república federativa não pode deixar nas mãos de apenas um estado a responsabilidade por esses imigrantes. Ela precisa ser compartilhada solidariamente”.
Devemos lembrar que o Brasil faz fronteira com outros dez países, podendo a crise de imigração ocorrer em qual uma delas.

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