segunda-feira, 3 de abril de 2017

PROPOSTA DE INVASÃO PODERÁ ELEVAR O CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Foto: Fazenda Cunha Pucá (Facebook B Peres)
As cidades dependem diretamente da mineração voltada à construção civil!
Para se construir um prédio, uma casa, é necessária a mineração. Areia, barro, pedra, seixo, brita e derivados da argila (tijolos, telhas, capote etc.), tudo vem da mineração.
Nada se faz nada se constrói sem a presença da mineração.
As pessoas talvez não saibam, mas a argila já é um produto escasso ali a margem da BR-174 onde tradicionalmente existe a produção artesanal de tijolos.
Até o final do ao de 2014, toda a argila ofertada para indústria olarias tinha como fonte áreas de APP com anuência do governo da época.
Após a pose do governo de Sueli Campos as autorizações para extração de argila de áreas de preservação foram proibidas e outras áreas tiveram que ser exploradas.
As margens dos rios são boas fontes para extração de argila, mas dependendo da sua localização, poderá determinar o preço dessa argila o que terminará influenciando no preço final dos produtos, prejudicando automaticamente todas uma cadeia ligada a construção civil.
É necessário muito cuidado no trato dessa matéria prima e por isso a preocupação estratégica dos órgãos governamentais em relação a essas reservas.
É por isso que chamo a atenção das autoridades em relação a invasão anunciada das terras em frente ao Haras Cunhã Pucá por mais de doze mil famílias, segundo foi noticiado por variados meios de comunicação. Áreas, é bem provável, já solicitada a aprovada pelo DNPM para explosão de argilas que abastecem a indústria cerâmica e olarias de Roraima.

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