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| Foto: Fazenda Cunha Pucá (Facebook B Peres) |
As cidades dependem
diretamente da mineração voltada à construção civil!
Para se construir um
prédio, uma casa, é necessária a mineração. Areia, barro, pedra, seixo, brita e
derivados da argila (tijolos, telhas, capote etc.), tudo vem da mineração.
Nada se faz nada se
constrói sem a presença da mineração.
As pessoas talvez não
saibam, mas a argila já é um produto escasso ali a margem da BR-174 onde
tradicionalmente existe a produção artesanal de tijolos.
Até o final do ao de
2014, toda a argila ofertada para indústria olarias tinha como fonte áreas de
APP com anuência do governo da época.
Após a pose do
governo de Sueli Campos as autorizações para extração de argila de áreas de
preservação foram proibidas e outras áreas tiveram que ser exploradas.
As margens dos rios
são boas fontes para extração de argila, mas dependendo da sua localização,
poderá determinar o preço dessa argila o que terminará influenciando no preço
final dos produtos, prejudicando automaticamente todas uma cadeia ligada a construção civil.
É necessário muito
cuidado no trato dessa matéria prima e por isso a preocupação estratégica dos
órgãos governamentais em relação a essas reservas.
É por isso que chamo
a atenção das autoridades em relação a invasão anunciada das terras em frente
ao Haras Cunhã Pucá por mais de doze mil famílias, segundo foi noticiado por
variados meios de comunicação. Áreas, é bem provável, já solicitada a
aprovada pelo DNPM para explosão de argilas que abastecem a indústria cerâmica
e olarias de Roraima.

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